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ALTERNATIVA
Viana do Castelo, PORTUGAL
Elementos:
JOHNNY DOS
- Voz Masculina
LUIS BRANCO
- Sampler, Teclado, Piano
PAULO BUZZ
- Bateria, Percussão
LUIS PINTO
- Guitarra Eléctrica
Influências:
Mshikha Yisho
Homepage:
http://
QUEM SOMOS :
Cidadãos desapontados mas atentos, usamos algumas notas pretas para não deixar em branco o nosso bloco de apontamentos. Ouvimos falar de uma sociedade melhor mas sabemos que não estão a falar da nossa. Todos acreditam que um dia vão ganhar na lotaria mas a probabilidade disso acontecer vai deixando um rasto de frustração e de violência nos bairros mais desfavorecidos. A futilidade, a ganância e a corrupção são fonte de inspiração para a nossa musica. Votar em branco não serve de nada mas sabemos que um dia todas as artes combinadas vão despertar um movimento espontâneo de revolta e de mudança profunda na sociedade.Queremos fazer parte desse primeiro impulso com os nossos textos e dissonâncias cromáticas. Não viemos para vender nada. Simplesmente existir sem desistir...
APONTAMENTO PRIMEIRO :
Depois da decisão do Tribunal da Relação do Porto rejeitar o recurso do Ministério Público,no processo da queda da ponte de Entre-os-Rios, confirmando assim a decisão de primeira instância que absolveu seis engenheiros do crime de violação das regras técnicas,queremos reagir ,
Depois de um programa de televisão revelar que um ditador foi a personagem mais importante da história do nosso país, nós voltamos a reagir :
A ditadura colocou Portugal em plena idade média. A nossa geração ainda sente na pele os efeitos secundários dessa época e basta para isso caminhar nas ruas das nossas cidades, ligar o rádio ou a televisão para confirmar um facto: depois da revolução, as mudanças esperadas que não passaram de promessas, são armadilhas deixadas pela geração anterior que dificultam hoje, o progresso social da nossa geração.
O défice económico é visível pelo estado lastimável de algumas infra-estruturas do país mas o abismo cultural e a corrupção que presenciamos só comprova o trabalho que ainda temos pela frente.
Sendo a democracia o sistema político em vigor onde a autoridade emana do povo nós, Opositivo, queremos cantar a dor das famílias que perderam um parente na queda da ponte e queriamos reavivar o espírito de Abril. Contribuímos para isso com dois temas : « Anjo de Bronze» em homenagem aos que partiram nessa noite e « Abril 25-74 » para « - Mudar a tempo o tempo presente »
Colocamos assim duas perguntas : Quem são os responsaveis desta tragedia ? Onde estão os capitães de Abril ?
Deixa o teu protesto, faz ouvir a tua voz no nosso blog mais abaixo ou divulga o nosso palco junto dos teus conterrâneos para despertar a nossa consciência colectiva ...
APOMTAMENTO ULTIMO :
Outro evento da nossa historia moderna não passou ao lado do nosso pensamento fugitivo: A queda das torres no 11/09.
Fica mais um tema e uma interrogação :
No « dia 12 », devemos nós retaliar com toda a nossa fúria desumana ou rezar para que o nosso inimigo seja mais clemente na proxima vez que o ofendermos ?
Pensa bem ou alguém vai pensar por ti ...
OPOSITIVO VDC
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MORTE ANÚNCIADA DA MUSICA
ALTERNATIVA 16.10.09
APONTAMENTO QUALQUER :
Quando tento ouvir o intruso pimbalheiro com nome sonante de pista de carinhos de choque que se encontra esta semana no primeiro lugar desta categoria, que nós Opositivo acreditavamos ser « Alternativa » era sem contar com a presença de « FokaEnergie » !
Sem hostilidade e sem conhecer o miúdo de gola aberta que esta por de traz desse belo teclado desligado, perguntamos se alguma vez os moderadores do Palco estiveram atentos ao estilo que defendemos ??
Muito seriamente, estamos a pensar deixar o nosso lugar de vago para que este cruzamento de géneros auditivos possa ter todo o espaço de incubação necessário para a sua prolificação e poder auto destruir-se livremente, contaminando assim este belo lugar que em tempos foi uma plataforma de ensaio promissora que viu passar alguns talentos como os « Deolinda » e outros mais e que, hoje, já não se reconhecem no meio de tanto esterco musical.
Se ian Curtis fosse vivo e ouvisse o género alternativo que por cá se faz, suicidava-se uma segunda vez...
O+
Johnny Dos.
CANTAR EM PORTUGUES 12.08.08Povo colonizado:
Segundo um estudo da linguista Colette Grinevald, 50 % das línguas actuais vão puro e simplesmente desaparecer antes de 2100 !!
Como letrista e vocalista, sinto um certo incómodo quando me apercebo que Portugal é neste momento, um dos Países da Europa onde mais se canta em Inglês!!! Aproveito para perguntar se alguém conhece, por acaso , alguma banda britânica que escolheu o Português como língua mãe ?
Isso não acontece, por exemplo, com os nossos vizinhos Espanhóis ! Se é verdade que uma dobragen irrita quando mal feita, prevalece no caso de Espanha, a intenção de manter uma certa coesão linguística num pais onde o regionalismo é uma matéria social com cheiro a nitroglicerina. Alem disso, a forte taxa de analfabetismo dos telespectadores da velha Europa, obrigou muitos canais de televisão a dobrar os filmes que a industria americana começou a distribuir no período pós guerra. Por falta de meios ou de vontade política, esses mesmos filmes eram só legendados aqui en terra lusas o que de uma certa forma, poderá explicar uma certa habituação para não dizer, apropriação da sonoridade da lingua de William Shakespeare. Mas o mais revoltante é de Andar, há décadas, a trocar o Português pelo o Inglês para um Publico, que na sua grande maioria, não quer saber da letra ! Para estes ouvintes distraídos, a componente escrita é um mero acessório.
Mas isto passa a ter consistência para todos aqueles que um dia traduziram, por curiosidade, a letra de uma banda conceituada pela MTV. Incrédulos, preceberam que a suposta mensagem, falava vagamente de uma borboleta azul que vivia num submarino amarelo! Esse texto, na pratica, é só um pretexto para o vocalista assumir a liderança do palco com o intuito de hipnotizar a primeira fila de Fãs completamente anestesiadas.
O telejornal, a rádio ou até mesmo a imprensa escrita está minada de anglicismos que, por moda ou por snobismo, vão ritmando um texto qualquer. Ainda Prevalece uma crença popular que nasce durante a ditadura e que fomentava a ideia que tudo o que era estrangeiro só podia ser melhor.
Quando uma palavra não tem o seu equivalente em Português tudo bem! Mas quando existe um vocábulo no nosso dicionário para designar a mesma coisa, isso é puro e simplesmente um ato de sabotagem ou, muito provavelmente, estupidez.
Ao lado destas interferências provenientes das colónias de sua majestade, chegam diariamente sonoridades brasileiras que entram na casa daqueles que não podem pagar os canais da TV cabo e que adoptaram inconscientemente umas tantas expressões de um dialecto qualquer da floresta amazónica.
Vários Países como a França ou o Quebec, já tomaram iniciativas para obrigar, por exemplo, as agências de publicidade a usarem termos Franceses nas campanhas publicitarias.
Sinto um profundo desânimo quando ligo a rádio ou navego aqui no palco principal e ouço bandas Portuguesas a cantar outra língua que não a nossa. Aproveito para agradecer todas as bandas de HIP HOP, boas e más, que optaram pelo Tuga. Há quem defenda que o Rock é Britânico e que a língua Portuguesa tem uma Sonoridade inadequada .Mas será que lhe falta alguma coisa ? Vocabulário? Adjectivos? Será que Camões e Fernando pessoa eram dois autistas profundos ? Não será preferível ouvir um luso a dissimular discretamente a sonoridade de um «CHE » ou de um « RRE » do que ouvir um tuga a "dobrar" uma canção com uma prenuncia inglesa duvidosa ?
A língua é o testemunho vivo de uma cultura, e a nossa cultura não é pior do que uma outra qualquer. Ao fundir todas os idiomas uns com os outros, misturando expressões e estrangeirismos, abrimos uma brecha, que pode levar ao desaparecimento de um património.
Alem disso, sem poesia nem literatura como seria possível escrever as letras do próximo disco do grande Toy? Como ???

Johnny Dos.
CASTELO BRANCO CANTA 12.08.08Se considerarmos a música como uma arte de maior relevo, acreditamos que o apelido de compositor, instrumentista ou vocalista venha sempre acompanhado de alguma competência ou de alguma forma de talento que permite distinguir o artista do simples ouvinte. Mas esta expressão artística tem vindo a sofrer uma degradação qualitativa, alimentada por vários factores :
Para simplificar, podemos dizer que a democratização da musica foi possível logo que baixaram os preços dos instrumentos e que aumentaram o número de canais de televisão temáticos dedicados á nobre arte. Isto criou uma ambiguidade equacional nas mentes de um público viciado por Karaoke e de programas idiotas onde a grande maioria dos participantes canta desafinana. A antropologia ou a Musicologia vão desvendar nos proximos 1000 anos este fenómeno de sociedade, mas sem poder esperar tanto tempo, digamos que, espelhou-se a ideia fantasmagórica que a fortuna e o reconhecimento esperavam todos aqueles que estavam dispostos a formar uma banda de música. Bastava para isso passar algumas semanas enclausurados numa garagem, decorar 3 acordes á pressa, vestir roupas extravagantes, e subir finalmente para cima de um palco para abraçar a tão desejada gloria!
Essa finalidade é alimentada pelo o desejo de reconhecimento que o ser humano procura através da aprovação dos outros. Isto leva-nos a assistir a um espectáculo degradante que mais se parece com uma psicose colectiva.
Para estes grupos cantantes, a musica só serve de suporte para alcançar o minuto de fama. Umas décadas atrás, esse reconhecimento era o resultado possível de um esforço continuo; Um Autor podia,ou não, conquistar um público atento e exigente...
Nos nossos dias acontece precisamente o contrário: Se eram precisos vários anos para um músico fidelizar um grupo de seres humanos e construir uma carreira, hoje alguns segundos de fama no youtube ou num concurso qualquer, catapultam um desconhecido eufórico para a luz dos projectores !! Uns tantos aplaudem, encorajados pelo o histerismo de uma apresentadora formosa mas, logo a seguir ao genérico patrocinado pelo o bacalhau « Pascoal», esta nova estrela recai em chamas na sombra do anonimato com o dobro da velocidade. Cuidado ! As vertigens dessa popularidade artificial podem levar outro Ze-maria a simular mais um suicídio...
Normalmente, era isso que podíamos esperar de outro que tal que vindo das Américas, onde namorava nos clubes de terceira idade nova-iorquinos, aterrou em Lisboa, de nariz empinado, para alimentar o fluxo de excrementos televisivos servido diariamente pelos canais nacionais. Meio homem, meio vison, também ele apelidava-se de «Artista» com suposto renome internacional. A sua especialidade nas plateias era de divulgar o bom gosto e a boa forma de estar a todos nós, broncos e mal cheirosos, que, por termos sido educados numa estrumeira, nunca alcançaríamos os alicerçares e a elegância de sua majestade. « Noblesse oblige ! »
O panorama dos anómalos da música Portuguesa já tinha atingido uma profundidade vertiginosa com as letras do Toy e os bramidos do Zé cabra. Mas uma notícia nunca é totalmente má quando logo de seguida não surge outra pior: Infelizmente para os nossos ouvidos, depois de ter gesticulado em frente ás câmaras da TVI numa quinta repleta de anónimos do mesmo calibre, o nosso profeta da boa postura decidiu "cantar" !! (Não encontrei um verbo para quem pratica tal coisa em Play back ).Receio que um novo patamar do caricato seja atingido com a chegada do conde na família já debilitada, dos trovadores Portugueses.
Um artista, entre outras vocações, tem um papel implícito de comunicador, até mesmo de embaixador da cultura de um Povo. Ao actuar, ele vai influenciar um conjunto de outros seres humanos que por sua vez, vão influenciar outros tantos. Assim, a cultura de uma nação transmite-se, ganha visibilidade e distingue as pessoas que a preservam. Um grupo é inconfundível de outro porque cada um tem uma identidade própria. Com o passar dos séculos e dado a importância da actividade artística que marca a suposta evolução da espécie humana, nós Portugueses, deveríamos ter já alcançado o respeito do resto do mundo com o nosso talento nesta disciplina. A Marisa, Os Madredeus e a Dulce Pontes já conseguiram, num registo académico, mostrar ao mundo um Portugal moderno onde foi possível fazer o luto de uma tradição que já cheirava a naftalina, cortando uma vez por todas o cordão umbilical com a grande Amália. Mas tirando o Fado e seus derivados, que estilo ou que banda poderíamos nós apresentar num festival como tendo uma sonoridade lusófona genuína e inconfundível quando á partida 95 % da nova geração já optou por cantar em inglês ?
Para afundar mais o barco , estamos a assistir, desta vez na Música ligeira, ao espectáculo cómico-mediático da comercialização e promoção do primeiro trabalho musical do maior maneiroso que as noites de cabaré jamais expeliram. Ele já mostrou no Portugal dos pequeninos, as suas habilidades de cabide humano multicolorido mas será que as maravilhas de uma propaganda ajustada nos canais de TV irão facilitar a venda de uns tantos milhares de cópias de mais um atentado musical lusófono nesta quadra natalícia?
Acredito que sim ! Os dólares da esposa e ás competências do seu agente desenvolto, vão fascinar o nosso povinho. Hipnotizado por marcas de luxo que não pode comprar e ávido de cultura nacional pré-mastigada, o Zé Povo encontrará o dito invólucro com facilidade, exposto numa grande superfície entre os pacotes de batata frita com sabor e as fraldas descartáveis.
Aqui não se trata de definir quem é ou não é um Artista. Sem dúvida que o cidadão Castelo tem desempenhado, com mestria, o papel de bobo da corte. O preocupante é que essa figura proto-humana alega possuir uma filosofia de vida,herdada provavelmente de uma Diva cor de rosa e, acredita que tem a nobre missão, a capacidade e até mesmo o dever de transmitir esses valores éticos aos resto dos seus conterrâneos como se de uma profecia se tratasse. Mas a única coisa que conseguiu foi difundir, com os meios de comunicação social da especialidade, uma imagem deplorável de um Portugal com androginia. Até os nossos vizinhos espanhóis já não vão esquecer as revelações do conde durante um programa da Antena 3, onde este confessa ter sofrido uma adolescência dolorosa. Não quero ouvir pormenores...
Este texto é dedicado aos ditos « famosos» que , num vai e vem nocturno delirante, assumem sem pestanejar, uma postura de guias do bom gosto. Arrogantes e sem complexos, acreditam possuir um talento especial que lhes da o direito de se assumirem como estrelas nacionais. Auto promovendo-se pelos piores motivos, numa ronda patética nas noites da capital, vão passando de uma discoteca para outra na esperança de serem fotografados ou vistos num programa qualquer. Estão convencidos que todos nós, sepultados no nosso anonimato vamos ficar cheios de inveja. Imaginaram que o mundo gira á suas voltas só por que num curto instante, foram imortalizados na companhia deste ou daquele cantante ou jogador lesionado, sorrindo com um copo de espumante morno na mão, expondo ao mundo a aura das suas felicidades!!
Quero lembrar a estas vedetas de terceira que essa visibilidade catódica tem efeitos colaterais regulados pelo o capricho do nosso telecomando.
Sente-se incomodado por tanta mediocridade e futilidade ? Faça como eu : Desligue o televisor...
Johnny Dos.
Tags: fama, delfins, conde, castelo branco, canta, atentado musical, artista, anonimato, amália, musicologia, reconhecimento, vocalista | Permalink
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Iládio Amado:
25.10.2009
epah... obrigado pelo comentário e confesso que estou tão "parvo" com isto como vocês!! já não vinha aqui há umas semanas, por falta de tempo, e não tinha reparado no nosso novo amigo! mas que cena tão marada! eu sei que tenho alguns temas que fogem ao alternativo mas este exagerou!! concordo com vocês... devia haver um moderador para cada estilo! volto a agradecer o comentário e a fazer minhas as vossas palavras! fiquem bem e força com a boa música! abraços!
Cristina Candeias:
10.10.2009
Sonoridade voz e letra peculiares!
Creio que estão num bom trilho,continuem a apostar!
Saudações literárias,
C.C
José Lúcio:
15.09.2009
Grande tema. Dia 12! Original e com boa letra! Parabéns!
Drian:
15.09.2009
o vosso conceito é excelente! Vou ficar para vos ouvir.
Fiquem bem!
Experiment:
29.07.2009
Excelente som ! Parabéns !
Visita o meu palco e comenta =D
Lua Cadillac:
15.07.2009
Muito bom. E gosto também do cahamar a atenção de temas muito pertinentes. É preciso que não fiquemos calados. O vosso som está lá, técnica e originalidade.
Abraço
Lua Cadillac
Choia:
15.05.2009
boa musica, continuem assim...
paula ramos:
28.04.2009
gostei do vosso projecto! para além de diferente,é cantado em portugues!língua linda e bastante complexa... continuem!**
fars:
08.01.2009
Estou de acordo convosco " Nenhuma banda britanica escolheu o portugues como lingua mae " axo k fazeis bem pessoal!
Sou imigrante e canto en portugues tbm!!!Tentem passar no meu palco e dizer o k pensam :)
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O que é uma Tag?
Uma Tag é uma etiqueta. É uma forma de catalogar os conteúdos: texto, fotos, vídeos, endereços de páginas, etc...
Cada conteúdo pode ter várias Tags.
Por exemplo: Uma fotografia de um utilizador, pode ter, entre outras, a
Tag
"joão pedro" ou o nome do local onde a fotografia foi tirada. É simples.
Outro exemplo: Uma Banda de jazz
residente em Coimbra, poderá ter a Tag
"jazz", a Tag "coimbra" e a Tag "metheny", que é um dos artistas com que a
Banda
se identifica mais .
Para ser eficaz, deve-se seguir apenas estas regras: uma
Tag não deve conter espaços e é conveniente evitar sinais ou caracteres especiais.
Para que serve uma Tag ?
Uma tag serve para ORGANIZAR. PARTILHAR. PESQUISAR.
A partir do momento em que tem um conteúdo catalogado com uma tag, pode utilizar essa função para organizar os seus conteúdos, partilhar com outras pessoas ou fazer com que outros utilizadores tenham um acesso mais fácil através de uma pesquisa.
Na prática, o que fez foi dar uma identidade a esse conteúdo. Deixou de estar num «buraco negro».
Por exemplo se quiser ver uma lista de notícias que falem de "samples", pesquise pela tag
"samples" na lista de Tags geral do Palco Principal. Pode ver os conteúdos que você próprio catalogou com essa
Tag ou das pessoas com quem partilha essa informação. Experimente!
Qualquer utilizador registado no Palco Principal pode inserir Tags em qualquer tipo de conteúdo: Bandas, utilizadores, notícias, eventos, artigos, etc.
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