O caminhar de mil esforços a que a vida sujeita os seres humanos, obriga-os também a alimentar a esperança e a buscar força em expressões de festa e alegria.
No cansativo amanho dos campos, nas diversas fainas quotidianas, no decorrer das romarias ou na realização de iniciativas populares, os nossos antepassados partilhavam a comunhão de vida, alimentavam a amizade e enriqueciam a solidariedade com manifestações de arte e lazer.
O canto saía alegre e espontâneo como forma de quebrar o cansaço e a monotonia e assim se vivenciava a partilha da vida em comunidade.
Hoje aprecia-se mais ...
Abraço
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